Representantes do Inea prestaram contas da primeira fase das obras de drenagem dos canais da Baixada Campista
O público se fez presente na audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campos
Em audiência pública realizada na manhã desta sexta-feira (10), na Câmara Municipal de Campos, representantes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) prestaram contas da primeira fase das obras de drenagem dos canais da Baixada Campista, que tiveram início em abril do ano passado com recursos da ordem de R$ 97 milhões, provenientes do Ministério da Integração Nacional através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo das obras é a recuperação do sistema de canais da região.
Participaram da reunião os vereadores que fazem parte da Comissão de acompanhamento das obras do PAC na Baixada, Odisséia Carvalho, Vieira Reis, Carlos Alberto Nogueira e Dante Pinto; além de representantes do Governo do Estado, entre eles, a Presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos; o engenheiro João Carlos Grillo; o gerente regional do Inea, René Justen; e representantes de sindicatos rurais, colônias de pescadores e demais entidades de classe diretamente ligadas ao setor rural.
A presidente Marilene colocou aos presentes que cerca de 150 quilômetros de canais foram dragados nos sistemas São Bento, Coqueiro e Quitinguta, além de terem sido desenvolvidos trabalhos de remoção de 2.900.000 m² de vegetação e de 2.642.000 m³ de material assoreado, sendo 1.012.000 m³ do Canal São Bento, 900.000 m³ do Coqueiro, e 730.000 m³ no Quitinguta, bem como a reconstrução dos taludes marginais dos três canais.
“O principal objetivo das intervenções foi aumentar a capacidade de descarga do sistema de drenagem e o grau de escoamento dos canais, principalmente, em época de fortes chuvas”, disse Marilene.
No entanto, embora boa parte do serviço tenha sido feito e alguns ainda estão em desenvolvimento, já que as obras continuam até meados de julho, o pedido de um aditivo foi encaminhado ao Ministério da Integração demonstrando a necessidade na liberação de mais recursos para a recuperação das comportas da Baixada Campista. E, de acordo com o engenheiro Grillo, uma equipe técnica do ministério já esteve no local e constatou que realmente é preciso que as comportas passem por melhorias para que não comprometa os trabalhos já efetuados.
Por abranger 70% dos 1.500 quilômetros de canais que irrigam a região, especialmente rica em recursos hídricos, o sistema São Bento é o principal objeto do PAC da Baixada Campista, que beneficia além de Campos, os municípios de São João da Barra e Quissamã.
O vereador Albertinho relembrou que o projeto hoje desenvolvido nos canais da Baixada teve início na gestão do ex-governador Anthony Garotinho, através da Fundação Estadual do Norte Fluminense (Fenorte) e do Tecnorte, no ano de 2001, que hoje serve de base para os trabalhos que vêm sendo feitos na região, o que foi confirmado pela secretária. “Nossos trabalhos hoje estão sendo feitos tendo como base os estudos técnicos desenvolvidos pela Fenorte/Tecnorte, com o engenheiro Mendonça. Realmente, o projeto serviu como base para iniciarmos as obras”, disse Marilene.
Um dos pontos colocados pelo vereador Dante foi com relação a despertar nos produtores rurais a responsabilidade de cada um fazer sua parte no que diz respeito a manutenção da limpeza dos canais. “Cada um pode pagar aos seus funcionários para que mantenham limpos as margens do canais e assim, impedir que eles sejam assoreados ou que as comportas sejam obstruídas por vegetação. Cada um fazendo sua parte, todos são beneficiados”, declarou, complementando sobre sua preocupação com os recursos hídricos da região. “Temos que cuidar das nossas nascentes, lá no Imbé, para que possamos ter água para atender as futuras necessidades”, concluiu.
De acordo com Marilene, a dragagem dos canais evita riscos de prejuízos à população e, especialmente, os produtores rurais, que são os mais prejudicados com as cheias que atingem a região em determinadas épocas do ano.
Antes de finalizar, a presidente explicou que os equipamentos do Inea serão enviados para a Região Serrana do Rio, atingida em janeiro deste ano por uma tragédia climática e que até agora não recebeu recursos do governo federal. “Assim que os trabalhos forem concluídos lá, estaremos enviando um maquinário para fazer a limpeza dos pequenos canais”, garantiu.
Participaram da reunião os vereadores que fazem parte da Comissão de acompanhamento das obras do PAC na Baixada, Odisséia Carvalho, Vieira Reis, Carlos Alberto Nogueira e Dante Pinto; além de representantes do Governo do Estado, entre eles, a Presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos; o engenheiro João Carlos Grillo; o gerente regional do Inea, René Justen; e representantes de sindicatos rurais, colônias de pescadores e demais entidades de classe diretamente ligadas ao setor rural.
A presidente Marilene colocou aos presentes que cerca de 150 quilômetros de canais foram dragados nos sistemas São Bento, Coqueiro e Quitinguta, além de terem sido desenvolvidos trabalhos de remoção de 2.900.000 m² de vegetação e de 2.642.000 m³ de material assoreado, sendo 1.012.000 m³ do Canal São Bento, 900.000 m³ do Coqueiro, e 730.000 m³ no Quitinguta, bem como a reconstrução dos taludes marginais dos três canais.
“O principal objetivo das intervenções foi aumentar a capacidade de descarga do sistema de drenagem e o grau de escoamento dos canais, principalmente, em época de fortes chuvas”, disse Marilene.
No entanto, embora boa parte do serviço tenha sido feito e alguns ainda estão em desenvolvimento, já que as obras continuam até meados de julho, o pedido de um aditivo foi encaminhado ao Ministério da Integração demonstrando a necessidade na liberação de mais recursos para a recuperação das comportas da Baixada Campista. E, de acordo com o engenheiro Grillo, uma equipe técnica do ministério já esteve no local e constatou que realmente é preciso que as comportas passem por melhorias para que não comprometa os trabalhos já efetuados.
Por abranger 70% dos 1.500 quilômetros de canais que irrigam a região, especialmente rica em recursos hídricos, o sistema São Bento é o principal objeto do PAC da Baixada Campista, que beneficia além de Campos, os municípios de São João da Barra e Quissamã.
O vereador Albertinho relembrou que o projeto hoje desenvolvido nos canais da Baixada teve início na gestão do ex-governador Anthony Garotinho, através da Fundação Estadual do Norte Fluminense (Fenorte) e do Tecnorte, no ano de 2001, que hoje serve de base para os trabalhos que vêm sendo feitos na região, o que foi confirmado pela secretária. “Nossos trabalhos hoje estão sendo feitos tendo como base os estudos técnicos desenvolvidos pela Fenorte/Tecnorte, com o engenheiro Mendonça. Realmente, o projeto serviu como base para iniciarmos as obras”, disse Marilene.
Um dos pontos colocados pelo vereador Dante foi com relação a despertar nos produtores rurais a responsabilidade de cada um fazer sua parte no que diz respeito a manutenção da limpeza dos canais. “Cada um pode pagar aos seus funcionários para que mantenham limpos as margens do canais e assim, impedir que eles sejam assoreados ou que as comportas sejam obstruídas por vegetação. Cada um fazendo sua parte, todos são beneficiados”, declarou, complementando sobre sua preocupação com os recursos hídricos da região. “Temos que cuidar das nossas nascentes, lá no Imbé, para que possamos ter água para atender as futuras necessidades”, concluiu.
De acordo com Marilene, a dragagem dos canais evita riscos de prejuízos à população e, especialmente, os produtores rurais, que são os mais prejudicados com as cheias que atingem a região em determinadas épocas do ano.
Antes de finalizar, a presidente explicou que os equipamentos do Inea serão enviados para a Região Serrana do Rio, atingida em janeiro deste ano por uma tragédia climática e que até agora não recebeu recursos do governo federal. “Assim que os trabalhos forem concluídos lá, estaremos enviando um maquinário para fazer a limpeza dos pequenos canais”, garantiu.
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