O PPS ingressou ontemcom nova representação na Procuradoria Geral da República (PGR) pedindo que o órgão acione a Polícia Federal e o Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) para rastrear negócios suspeitos da empresa de consultoria do ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. Desta vez, o partido leva ao procurador-geral, Roberto Gurgel, informações de que já está de posse da PF um relatório apontando movimentações financeiras atípicas e operações suspeitas praticadas pela empresa do petista.
Na avaliação do PPS, há fato novo que demonstra a existência de indícios materiais de irregularidades em poder da Polícia Federal. “O procurador afirmou que a nossa primeira representação (apresentada na terça-feira) não oferecia elementos suficientes para a abertura de inquérito. Mesmo assim, decidiu requisitar informações a Palocci. Com esse novo pedido, esperamos que a investigação possa ser aberta. Até porque a PF já analisa os negócios milionários do ministro”, afirma o líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno.
Matéria publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo informa que “o Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), vinculado ao Ministério da Fazenda, enviou relatório à Polícia Federal comunicando que a empresa Projeto, do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, fez uma operação financeira suspeita na compra de um imóvel de uma empresa que estava sob investigação policial. A manifestação do Coaf ocorreu há cerca de seis meses, depois de o órgão ser informado do episódio pelo banco que intermediou a transação financeira”.
Paralelo à representação, o PPS vai apresentar requerimentos de convocação de Palocci em todas as comissões temáticas da Casa.
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