29 de maio de 2011

FAETEC QUALIFICA MÃO DE OBRA DE SÃO JOÃO DA BARRA PARA O PORTO DO AÇU

Convênio será assinado em junho para criação de um CVT e oferta de cursos instrumentais

Vice-presidente Educacional da Faetec, Maria Cristina Lacerda; Coordenador do Pólo Avançado, professor Etevaldo Pessanha em reunião com Técnicos da FAETEC e  Autoridades  Responsáveis. 



A população de São João da Barra será contemplada com um convênio entre a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) e a prefeitura municipal. A intenção é levar os cursos profissionalizantes às comunidades que vivem um período de crescimento com a construção do Complexo Portuário do Açu e a sua necessidade de mão de obra qualificada.  A parceira será oficializada na segunda quinzena de junho e prevê a implantação de um Centro Vocacional Tecnológico (CVT), além da ampliação da oferta de cursos instrumentais para a rede municipal de ensino, em seis distritos do município. As aulas devem começar em julho nas escolas municipais conveniadas.

Segundo a vice-presidente educacional, professora Maria Cristina Lacerda, de acordo com o convênio, a Faetec entra com o projeto pedagógico e a certificação, e a Prefeitura com a logística, local e o custo dos docentes.

- A princípio, os alunos de São João da Barra serão os primeiros a serem beneficiados - disse Maria Cristina, referindo-se à enorme demanda de profissionais que serão absorvidos pelo projeto do Porto do Açu, da LLX Minas-Rio Logística.

 A Faetec atende São João da Barra desde 2004 e já formou aproximadamente quatro mil alunos nas áreas de Línguas, Português Instrumental, Informática e Hotelaria. A ampliação de cursos na região é resultado de uma reunião entre o governador Sérgio Cabral e o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, com a prefeita do município, Carla Machado, visando aos investimentos iniciais de quase R$ 5 bilhões, feitos pela grupo empresarial LLX, de propriedade do empresário Eike Batista. A previsão é que o empreendimento venha gerar mais de 70 mil empregos na área da construção civil, mineração, siderurgia, construção naval e atividades portuárias. A previsão é de que o Norte Fluminense precisará de mais de 2

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